Pois é, Pedro Seromenho
continua presente entre nós para nos falar da sua experiência enquanto leitor
e como contador de histórias.
Ouçam e
vejam quem tão bem sabe contar…
Eu... leitor! Pedro
Seromenho
E agora
esta história:
fonte:https://url.gratis/nTwwY
O meu avô consegue voar!
Este livro
foi escrito por Pedro Seromenho e ilustrado por Paulo Galindro. É uma história
de homenagem a todos os avós. Faz-se numa viagem pelo poder das palavras e da
ilustração.
E continuou a caminhar mais leve
com palavras tão compridas
Admirada por falar tanto.
Valter Hugo Mãe, in As mais belas coisas do mundo
Matilde Rosa Araújo, in “As Fadas Verdes"
Valter Hugo Mãe, no
livro As mais belas coisas do mundo, diz-nos:
"O meu avô sempre me dizia
que a melhor parte da vida haveria de ser ainda um mistério e que o importante
era viver procurando. (…)
“O meu avô pedia que não me
desiludisse. Quem se desilude morre por dentro. Dizia: é urgente viver
encantado. O encanto é a única cura possível para a inevitável tristeza. (…)
Onde está a felicidade?
A felicidade pode vir de um filme, de um livro, de uma leitura? Não acreditam!?
É porque ainda não experimentaram. Leiam, deixem-se cativar e nunca mais vão largar esta felicidade, que é LER!
“Piper” é uma curta-metragem de animação realizada e
escrita por Alan Barillaro e produzida pela Pixar Animation Studios, vencedora
do Óscar de 2016.
Conta a história de um passarinho, acabo de
nascer, que tem de aprender a procurar a sua comida - uma mensagem sobre a
independência.
Um filme que nos mostra como sair da nossa zona de
conforto, aventurarmo-nos em novas aprendizagens, superar os medos ou mesmo os
comodismos, só nos faz bem.
O Dia Mundial do
Livro é comemorado, desde 1996 e por decisão da UNESCO, a 23 de Abril, data
escolhida com base na tradição catalã segundo a qual, neste dia, os cavaleiros
oferecem às suas damas uma rosa vermelha de S. Jorge, e recebem em troca um
livro, testemunho das aventuras do heróico cavaleiro. Neste dia, comemora-se
também o Direito de Autor.
Fonte: http://livro.dglab.gov.pt/
Livro? Livro? Livro? Livro? Livro?
Mas ainda não sabem o que é?
Então vejam… ISTO É
UM LIVRO! de Lane Smith
"Livro
Desafio: Estás a ver este livro? Entra lá para dentro, és a personagem principal, conta a história à tua família e diverte-te!
um amigo
para falar comigo
um navio
para viajar
um jardim
para brincar
uma escola
para levar
debaixo do braço.
Livro
um abraço
para além do tempo
e do espaço."
Fonte: "Poemas da Mentira e da Verdade", de Luísa Ducla Soares
Fonte da imagem: https://bit.ly/3ev1vTk
Aprende a fazer um livro, é fácil, ora vê:
De onde vêm os livros? Sabes?
Recado:
Não te esqueças de passar pela biblioteca, há livros novinhos, a estrear com histórias de pasmar!
No fim, pedimos à turma “Uma palavra para o trabalho do desenhador” e o
resultado foi este:
Bom, com este estímulo, experimentem lá! Peguem num lápis e num papel e desenhem qualquer coisa. Se não tiverem muito jeito peçam ajuda aos vossos filhos ou alunos.
O livro O Lápis Mágico de
Malala, da jovem ativista paquistanesa Malala Yousafzai, Nobel da Paz em 2014,
foi editado em Portugal em finais de 2017.
Trata-se de uma narrativa
autobiográfica da jovem paquistanesa Malala Yousafzai, que foi alvo de um
atentado, em 2012, por um grupo de fundamentalistas que são contra a frequência
da escola por parte das mulheres, e ao qual sobreviveu.
Malala Yousafzai tornou-se a porta-voz
da luta pelo direito do acesso das mulheres à escola e da construção da paz
através da educação, levando a sua mensagem a todo o mundo através do lema: “Uma criança, um professor, um livro e uma
caneta podem mudar o mundo”.
A sua resiliência, a sua luta
e vontade pela defesa do direito das raparigas a irem à escola e terem acesso à
educação, foram determinantes para ser premiada: Prémio Sakharov (2013); Prémio
Internacional Catalunha (2013); Nobel da Paz (2014).
Apontamentos biográficos da
autora em formato animado:
Vídeo da leitura realizada por
alunos e alunas do Colégio Marista de Carcavelos
O dia 2 de abril, assinala em todo o mundo o nascimento de Hans Christian Andersen.
Em 1967, este dia, passou também a ser o Dia Internacional do Livro Infantil, e assim é até hoje!
autor do cartaz: Bernardo P. Carvalho
A ideia do cartaz deste ano é um dos versos do poema, «Quando lemos, crescem-nos asas na mente». É que cada livro que uma criança espreita com emoção desperta nela sensações únicas e traz-lhe «a melodia da esperança»
OInternational Children's Book Day convida, todos os anos, um país a redigir uma mensagem à literatura infantojuvenil, este ano coube a vez aos Estados Unidos da América. Aqui fica a mensagem, um desafio à leitura...
A música das palavras
Quando lemos, crescem-nos asas na mente Quando escrevemos, cantam os dedos. Palavras são batuques e flautas na página altos trinados, elefantes bramindo, rios que correm, águas caindo, pirueta de borboleta longe no céu! As palavras convidam à dança – ritmos, rimas, batidas das asas, do coração, dos cascos no chão, contos velhos e recentes, fantasias e verdades. Quer estejas quentinho em casa ou a atravessar o mundo para uma terra diferente e uma língua estranha, as histórias e poemas pertencem-te. Quando partilhamos palavras, a nossa voz torna-se a música do futuro, alegria, amizade e paz, a melodia da esperança.
A história mostra-nos como um menino, que descobre numa
linha férrea abandonada umas plantas a morrer, faz nascer um jardim verde,
colorido, maravilhoso, no meio de uma cidade cheia de ruídos, escura e sombria.
https://www.wanderlustdaily.com/
Peter Brown, para escrever a história deste jardim, inspirou-se
numa situação real: a linha de comboio de High Line abandonada, na década de
80, no centro de Nova Iorque, que o verde conquistou.
Os habitantes das
redondezas, juntaram-se, fundaram uma associação dos “amigos da linha High Line”
e transformaram os velhos carris, num fascinante espaço ajardinado e de
percursos pedestres, ao lado do rio Hudson.
thehighline.org
pinterest.com
https://www.architectmagazine.com/
Sugestões de pesquisa para conhecer melhor o Curioso Jardim da “High
Line” em Nova York:
Sim, é verdade, a União Europeia invocando a "Unidade na Diversidade” e para celebrar as 24 línguas oficiais divulga, através das
bibliotecas municipais, exposições itinerantes multilingues.
É por isso que neste momento, na biblioteca municipal,
temos a irreverente Pipi das Meias Altas.
Quem não conhece esta personagem?
Os mais novos, talvez não, mas os pais sim, devem
conhecer.
Ora aqui está ela:
Sobre a sua história:
A Pipi das Meias
Altas tinha 9 anos e vivia sozinha numa casa com jardim que se chamava Villa
Villekulla. Como não tinha mãe, nem pai em casa podia ficar acordada até tarde
porque ninguém a obrigava a ir para a cama, nem a tomar óleo de fígado de
bacalhau, quando o que ela queria era comer caramelos. Claro que, no passado, a
Pipi das Meias Altas tivera um pai e uma mãe. A mãe morreu e o pai, um capitão
do mar, desapareceu num dia de tempestade. Mas a filha acreditava que o pai
pirata iria voltar. Até lá tinha a companhia de um macaquinho que andava sempre
no seu ombro, o senhor Nilsson, e de um cavalo, além dos dois amigos, Tommy e
Annika.
Esta menina de
cabelos ruivos, duas tranças espetadas e uma meia de cada cor, era uma rapariga
independente que sabia usar pistolas, fazer panquecas, tinha o seu fundo de
maneio e era forte. Nasceu na cabeça da escritora sueca mais popular de
literatura infantil, Astrid Lindgren, e encorajou gerações de raparigas a
divertirem-se e a acreditarem em si próprias.
Astrid Lindgren já tinha mais de 30 anos quando escreveu o primeiro manuscrito sobre esta rapariga fora do
vulgar. Tinha 38 anos quando viu o primeiro livro ser publicado, em 1945.
Ao
que se sabe foi a filha Karin que lhe serviu de inspiração para Pipi das Meias
Altas. Karin ficou doente com pneumonia e a mãe contava-lhe histórias. Uma
noite, em 1941, Karin pediu uma história sobre a Pipi. Como a personagem tinha
um nome estranho, a história também devia ser amalucada e Lindgren inventou uma
rapariga que desafiava as convenções. Naquela época a escritora estava
interessada nas discussões sobre a psicologia e a educação das crianças. Isso
levou-a a criar uma forma diferente de contar as histórias: tinha em conta o
ponto de vista da criança. Karin, a filha de Astrid, gostou tanto que pedia à
mãe que lhe contasse cada vez mais histórias da Pipi e ela passou a ser a
heroína do que se contavam à noite lá em casa. Até que um dia Astrid escorregou
no gelo, magoou-se na anca e teve que ficar na cama. A filha fazia dez anos e
ela teve a ideia de passar ao papel as histórias da Pipi. Fez um livro, caseiro,
para oferecer à filha. Fonte:
LIVRO - A Europa nas estórias
Astrid Lindgren morreu em 2002, aos 94 anos, e nesse ano o
governo sueco criou um prémio em memória da autora, de cerca de 500 mil euros,
para escritores, ilustradores, mediadores e promotores de leitura.
Será que isto é possível?
Uma criança de 9 anos viver sozinha? Não ir à escola? Não ter
regras para organizar as suas rotinas? Agarrar um cavalo ao colo? Os bandidos
terem medo dela?
Bom, o melhor, pais e filhos, é verem este filme e conversarem…
Este é um filme que dá boas conversas.
Filme:
Obras da Pipi das Meias Altas editadas em Portugal
O Dia
Internacional da Mulher é celebrado anualmente, no dia 8 de março.
A ideia de uma
celebração anual surgiu depois que o Partido Socialista da América organizou o
dia da mulher, em 20 de fevereiro de 1909, em Nova York — uma jornada de
manifestação pela igualdade de direitos civis e em favor do voto feminino. (...) Continue a ler
Para lá desta História, há histórias contadas sobre mulheres
que merecem a nossa leitura, é o caso da história de Wangari Maathai uma mulher
incrível que transformou o Quénia.
Outra história, O sonho impossível? Que nos conta a vida e
o sonho de uma mulher, ou melhor, de muitas, muitas mulheres.