quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Chegámos a OUTUBRO, mês muito especial para as bibliotecas escolares, para celebrar o
MIBE - mês internacional das bibliotecas escolares. 

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Alunos da Escola José Falcão que participaram no projeto 

"AS CORES DA MINHA TERRA"apresentam-nos uma 

visita virtual ao concelho de Miranda do Corvo.

terça-feira, 18 de setembro de 2018


 

“BIBLIOTECA ESCOLAR PROFESSOR SEIXAS”

A biblioteca escolar da escola do 1º CEB de Miranda do Corvo – Centro Educativo, já tem identidade, foi batizada no passado dia 15 de setembro com o nome: Professor Seixas.

A atribuição do patrono partiu de um grupo de antigos alunos, que propôs à Assembleia Municipal de Miranda do Corvo uma homenagem póstuma a este cidadão, que esteve ao serviço da Escola, dos alunos e da cultura com sentido de missão e serviço público. A sua dedicação e a sua entrega à comunidade mirandense constituem assim um exemplo a valorizar e a homenagear.

Neste sentido, é com orgulho que a Biblioteca Escolar se congratula com o batismo “BIBLIOTECA ESCOLAR PROFESSOR SEIXAS”, sendo uma honra perpetuar o seu nome e a sua ação em prol do coletivo. Este nome, além de constituir o mote da biblioteca, lembrando o conhecimento e iniciativa do seu patrono, no apoio e construção da identidade de leitores, guardará ainda a história da primeira biblioteca itinerante da Fundação Calouste Gulbenkian, da qual foi responsável durante anos, permitindo preservar a memória e identidade cultural da comunidade, desvendando-nos nomes, factos e eventos, que nos possibilitam conhecer o rasto histórico e a importância da divulgação do livro e das leituras no concelho de Miranda do Corvo.

Testemunharam esta atribuição de patrono, antigos alunos do Professor Vitor Seixas, o Senhor Presidente da Câmara de Miranda do Corvo, o Senhor Presidente da Assembleia Municipal, o Senhor Diretor do Agrupamento de Escolas, o Senhor Dr. Luís Gomes (seu filho), representantes da biblioteca municipal e escolar, bem como docentes da escola.






segunda-feira, 17 de setembro de 2018


Sejam bem-vindos a mais um ano letivo e à nossa

biblioteca, que está sempre aberta para vos 

receber!

Não esqueçam…




sexta-feira, 31 de agosto de 2018

GONDRAMAZ EM DESTAQUE COM APRESENTAÇÃO DE LIVRO E SERÕES DO GONDRAMAZ




A Aldeia do Xisto de Gondramaz vai estar em destaque este sábado, 1 de setembro, com a apresentação de um livro e a realização de um espetáculo de jazz.

"PIEDADE PAIXÃO EM GONDRAMAZ" é o título da obra escrita por Clementina Matos e que será apresentada às 16h00 na Biblioteca Municipal Miguel Torga, em Miranda do Corvo. Trata-se de um romance baseado em factos reais e que conta a história de Maria da Piedade que nasceu em 1928 na aldeia de Gondramaz. Depois de uma infância feliz, esta jovem teve uma paixão por Gonçalo, “um rapagão que por ali apareceu um dia e com quem viria a casar!”. Desde esse momento, “viveu infeliz para sempre”. É que o homem, que se tornou escultor de pedra mole, “manteve-a semi-encarcerada e submetida com próprio consentimento, porque ela o temia e amava cegamente sempre com a esperança de um dia vir a ser estimada por ele”.

Clementina Matos é natural de Guimarães e licenciada em Línguas e Literaturas Modernas, Português e Francês, pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Participou duas vezes em concursos nacionais, tendo ganho os prémios “Dar Voz à Poesia”, em Ovar, em 2006, e “Abraços de Terra e Rio” em Salvaterra de Magos, no ano de 2015.

Nesse ano, publicou o livro de poesia "Os Amantes de Janeiro" e o conto "A Letra E", narrativa inspirada em factos vivenciados pela autora no seio de uma família nortenha, em meados do século XX. “Piedade Paixão em Gondramaz” é o seu mais recente romance, cuja apresentação no próximo sábado conta com o apoio da Câmara Municipal de Miranda do Corvo.

“SERÕES GONDRAMAZ”
O “cenário” da obra literária de Clementina Matos recebe no sábado, às 21h30, mais um espetáculo da 13.ª edição dos “Serões do Gondramaz”. Em pleno centro da Aldeia do Xisto mirandense irá atuar o grupo “Mano a Mano”. Trata-se de um duo formado pelos irmãos André Santos (guitarra e braguinha) e Bruno Santos (guitarra e rajão), guitarristas com um vasto percurso musical, maioritariamente no estilo jazz, e que são considerados dois dos mais importantes músicos a nível nacional.

"Assistir a um concerto de “Mano a Mano” é embarcar numa viagem de rara sensibilidade e empatia em palco, onde a linguagem é não só virtuosamente musical, mas também física e emocional. É ter o privilégio de partilhar a história de dois irmãos que generosamente nos deixam entrar na sua intimidade através das “vozes”, ora mordazes, ora hipnotizantes, das suas guitarras", afirma a artista Rita Redshoes sobre o trabalho do grupo “Mano a Mano”.

O concerto deste sábado encerra a programação das “Noites de Verão”, promovidas pela Câmara Municipal de Miranda do Corvo, e do ciclo XJazz - Encontros de Jazz das Aldeias do Xisto, organizado pela Agência para o Desenvolvimento Turístico das Aldeias do Xisto (ADXTUR) e Jazz ao Centro Clube (JACC).



domingo, 29 de julho de 2018

José Tolentino Mendonça vai ser bibliotecário do Vaticano




A partir de setembro, Tolentino de Mendonça vai ser arquivista do Arquivo Secreto do Vaticano e bibliotecário da Biblioteca Apostólica, passando a tutelar a mais antiga biblioteca do mundo.


Clique aqui para mais informações:



sábado, 14 de julho de 2018

“SUSTEMIDOS” lançam novo CD





É sempre com grande prazer que a BE recebe BOAS notícias de ex-alunos do Agrupamento. Desta vez falamos de Ricardo Bogalho, elemento e fundador do grupo musical "Sustemidos". Ontem, 13 de julho, Dia Mundial do Rock, o Grupo lançou o 3º CD, "Íris", em Coimbra. Passamos a citar o que o jornal lousanense Trevim antecipou sobre este evento:
"O grupo “SUSTEMIDOS” lançou recentemente um álbum intitulado “Íris”, dando continuidade ao anterior projeto que resulta de uma fusão de estilos, desde o hard rock sinfónico, ao reggae, baladas ou o folk rock. “A sua sonoridade alia-se a toda uma estética devidamente enquadrada com um imaginário de liberdade, amor, saudade, contestação social”, refere nota de imprensa que atribui a fundação do grupo ao autor e compositor lousanense Ricardo Bogalho. Integrando elementos de Miranda do Corvo, Lousã, Condeixa, Montemor-o-Velho, o novo trabalho compõe-se de oito temas que serão tocados ao vivo no dia 13 de Julho (entre outros já conhecidos), no Bar Club Cascata, na Pedrulha, em Coimbra, às 23:00.Como convidados, fazem ainda parte do programa o duo LP Music (Lúcia Costa e Pedro Otero) e pela noite dentro o DJ Jota P."
PARABÉNS!
A equipa da BE

quinta-feira, 12 de julho de 2018

LAVOISIER AO VIVO NO JARDIM DA CASA DAS ARTES


Concerto com os Lavoisier no Jardim da Casa das Artes | 14 de julho | entrada gratuita



Patrícia Relvas e Roberto Afonso são os Lavoisier.
Antes de serem uma banda já eram um casal que, com uma emigração para Berlim, em 2009, decidiu avançar com a criação de um projeto musical.
Os Lavoisier pegam na tradição musical portuguesa e recriam-na. Como dizem as leis de Conservação de Massas — também conhecida como Lei de Lavoisier — “tudo se transforma”.
É a premissa da dupla: transformar, mas com respeitinho. Às vezes a partir a loiça, porque uma guitarra elétrica assim permite.

Lavoisier é uma química roubada e transformada.
É impossível de criar.
Lavoisier é a voz de Patrícia Relvas e a guitarra elétrica de Roberto Afonso.
Lavoisier começou enquanto terapia musical berlinense para tratar uma crise de identidade lusitânica.
Lavoisier é música antropofágica que primeiro desconfia e depois fia de novo, para morder como quem beija.
É John Gil, Caetano Mccartney, Elis Simone, João Buckley, Zeca Buarque, Afonso Relvas.
Lavoisier é dar nome ao oxigénio.
Lavoisier é pateada de bom gosto e palmas à palmatória.
É impossível de perder.





Foi encontrado o mais antigo extrato da Odisseia de Homero

O Jornal PÚBLICO,   em 11 de Julhode 2018, publicou este artigo, que nos informa que uma placa de argila escavada em Olímpia contém 13 versos do poema Odisseia de Homero. Os arqueólogos acreditam que pode datar do século III d.C..




Uma placa de argila contendo a transcrição de 13 versos da Odisseia, o poema épico de Homero, foi encontrada no decorrer de escavações em curso na antiga cidade de Olímpia, no sudoeste da Grécia. A notícia foi divulgada esta terça-feira pelo Ministério da Cultura grego, que avança como datação provável desta peça o século III d.C., ou mesmo antes.
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“Se esta datação for confirmada, a placa poderá ser o registo escrito mais antigo da obra de Homero jamais descoberto”, acrescenta o comunicado governamental, citado pela AFP.
A peça em causa regista um fragmento do canto 14 da Odisseia, que descreve o regresso de Ulisses à ilha de Ítaca e o seu reencontro com o seu velho criado Eumeu, vários anos após o fim da Guerra de Tróia.
A descoberta foi realizada por uma equipa dos serviços de arqueologia da Grécia, dirigida por Erophilis-Iris Koleda, que desde há três anos, com o apoio do Instituto Alemão de Arqueologia (e arqueólogos de várias universidades deste país), vem trabalhando em volta dos vestígios de um templo de Zeus naquela região do Peloponeso, berço dos Jogos Olímpicos.
No seu comunicado, e salvaguardando ainda a necessidade de se confirmar a datação da placa, o Ministério da Cultura grego diz que este achado, além da sua “singularidade”, é um “grande testemunho arqueológico, epigráfico, filológico e histórico”.
Odisseia é uma obra seminal no cânone da literatura ocidental. É atribuído a Homero, que viveu no século VIII a.C., e a sua criação seguiu-se à da Ilíada. Inicialmente transmitida por via oral, a Odisseia foi registada em rolos, ainda antes da era cristã. Até hoje, foram apenas descobertos alguns fragmentos no Egipto. Ao dar a notícia da descoberta, o jornal francês Le  Figaro anuncia a realização de uma exposição precisamente dedicada a Homero no museu Louvre Lens, em Março de 2019, comissariada por Alexandre Farnoux, diretor da Escola Francesa de Atenas. Será certamente uma oportunidade para a apresentação de uma investigação mais detalhada sobre a história do registo material desse poema, que esteve também na origem da literatura ocidental.

Fonte: Público, disponível em <https://www.publico.pt/2018/07/11/culturaipsilon/noticia/extracto-da-odisseia-de-homero-encontrado-na-grecia-1837612utm_source=notifications&utm_medium=web&utm_campaign=1837612>consulta em 11 de julho de 2018

Chegámos a OUTUBRO, mês muito especial para as bibliotecas escolares, para celebrar o MIBE - mês internacional das bibliotecas escolares.  ...