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domingo, 11 de março de 2018
sexta-feira, 13 de outubro de 2017
Mês Internacional da Biblioteca Escolar - MIBE
A docente de Expressão Dramática, e também professora bibliotecária, lançou um repto aos alunos da turma 11º C no sentido de colaborarem na elaboração do cartaz MIBE deste ano. Assim, aos alunos foi solicitado que encontrassem palavras e/ou expressões que traduzissem o lema da iniciativa "Ligando comunidades e culturas". Seguidamente, os discentes foram convidados a escrever os termos no cartaz. Muito bem aceite pelos alunos, este desafio possibilitou a criação de um cartaz criativo e, simultaneamente, ilustrativo da temática.
terça-feira, 21 de março de 2017
segunda-feira, 23 de janeiro de 2017
Concurso de Leitura em Voz Alta "Vamos lá ler!"
VAMOS LÁ LER !
É
já esta semana que se iniciam as atividades da 2ª edição do CONCURSO DE LEITURA
EM VOZ ALTA. Este ano mais alargado, com mais concorrentes, aberto aos 3º e 4º
anos de escolaridade do 1º CEB e 5º e 6º anos do 2º CEB, desenvolvido pela
Biblioteca Escolar (BE) e Biblioteca Municipal de Miranda do Corvo.
No
essencial, o Concurso de Leitura pretende, junto de alunos e alunas, promover o
treino da leitura em voz alta, desenvolver competências de expressão oral e de
compreensão leitora.
Com
o desenvolvimento deste Concurso as Bibliotecas articulam as suas atividades
com o currículo de Português, divulgando e incentivando a leitura de obras
recomendadas pelo Plano Nacional de Leitura.
As
leituras iniciam-se a 24 de janeiro e terminarão em maio.
Resta-nos desejar a todos
os / as concorrentes: BOAS LEITURAS!
sábado, 24 de setembro de 2016
domingo, 15 de maio de 2016
Concurso Elos de Leitura em Cartaz
No âmbito da 10ª edição da Semana da Leitura, o PNL propôs o concurso "Elos de Leitura em cartaz" (consulte o Regulamento). Concorreram a EB1 de Lamas, a turma do 4º C e vários alunos dos 5º e 6º anos da EBI/JI Ferrer Correia. As propostas vencedoras a nível do Agrupamento foram, no 1º CEB, a da EB1 de Lamas, e, no 2º CEB, a do aluno nº 7, do 6º E, José Manuel Rodrigues dos Santos.
Títulos dos trabalhos
atribuídos pelos concorrentes:
4º C (EBI/JI Ferrer Correia) – “Amor incondicional”
EB1 de Lamas –“Uma língua, várias leituras!”
5º ano – "Animais e outras mais"
6º ano – "Viagens"
5º ano – "Animais e outras mais"
6º ano – "Viagens"
quinta-feira, 3 de março de 2016
terça-feira, 1 de abril de 2014
Dia Internacional do Livro Infantil
Comemora-se no dia 2 de Abril o Dia Internacional do Livro Infantil. Esta data, festejada desde 1967, foi escolhida pelo Conselho Internacional sobre Literatura para os Jovens (International Board on Books for Young People - IBBY) por celebrar o nascimento do escritor dinamarquês Hans Christian Andersen.
Desde então, todos os anos um país diferente escolhe um tema, cria uma ilustração e redige uma mensagem de incentivo à leitura e chamada de atenção sobre o valor dos livros para crianças.
“Os leitores frequentemente perguntam aos escritores como é que eles escrevem as suas histórias – De onde surgem as ideias? Da minha imaginação, responderá o escritor. Ah, sim, dizem os leitores. Mas onde está a tua imaginação, e do que ela é feita, e toda a gente tem uma?
Bem, diz o escritor, está na minha cabeça, claro, e é feita de imagens e palavras e memórias e excertos de outras histórias e palavras e fragmentos de coisas e melodias e pensamentos e rostos e monstros, e formas e palavras e movimentos e palavras e ondas e arabescos e paisagens e palavras e perfumes e sentimentos e cores e rimas e pequenos clicks e lufadas e sabores e rajadas de energia e enigmas e brisas e palavras. E tudo isto girando dentro da tua cabeça, cantando e caleidoscópicando e flutuando e sentando e pensando e coçando a cabeça.
É claro que cada um tem uma imaginação: caso contrário, não conseguiríamos sonhar. Embora a imaginação de cada um não contenha a mesma coisa. Provavelmente dentro da imaginação dos cozinheiros existem maioritariamente sabores, e a imaginação dos artistas deve ser composta por muitas cores e formas. Já a imaginação dos escritores é repleta de palavras.
E para os leitores e ouvintes de histórias, a sua imaginação é também movida por palavras. A imaginação do escritor trabalha e gira e forma ideias e sons e vozes e personagens e acontecimentos numa história, e a história é feita de somente palavras, batalhões de rabiscos que marcham através das páginas. De seguida, vem um leitor e os rabiscos ganham vida. Eles permanecem na página, ainda parecem batalhões, mas também estão a brincar com a imaginação do leitor, e o leitor está agora a moldar e a girar as palavras de modo que a história decorre agora dentro de sua cabeça, como já aconteceu na cabeça do escritor.
É por isso que o leitor é tão importante para a história como o escritor. Existe apenas um escritor para cada história, mas existem centenas, ou milhares ou até mesmo milhões de leitores, não só na língua do escritor, mas também traduzido em muitas línguas. Sem o escritor a história nunca teria nascido; mas sem as centenas de leitores à volta do mundo, a história nunca teria vivido todas as vidas que podia viver.
Cada leitor de uma história tem algo em comum com todos os outros leitores dessa história. Separadamente e de alguma forma também juntos, eles recriaram a história do escritor na sua própria imaginação: um ato que é ao mesmo tempo privado e público, individual e comunitário, íntimo e internacional. Pode muito bem ser o que os humanos fazem de melhor.
Continuem a ler!”
Siobhán Parkinson
Autor, Editor, Tradutor e detentor da posição de “Laureate na nÓg” (Children’s Laureate of Ireland).
Desde então, todos os anos um país diferente escolhe um tema, cria uma ilustração e redige uma mensagem de incentivo à leitura e chamada de atenção sobre o valor dos livros para crianças.
Imagine Nations Through Stories é o tema que serve de inspiração à mensagem e ao cartaz deste ano, com origem na Irlanda. A mensagem é assinada pela irlandesa Siobhán Parkinson, que faz um apelo à leitura e ao uso da imaginação.
Bem, diz o escritor, está na minha cabeça, claro, e é feita de imagens e palavras e memórias e excertos de outras histórias e palavras e fragmentos de coisas e melodias e pensamentos e rostos e monstros, e formas e palavras e movimentos e palavras e ondas e arabescos e paisagens e palavras e perfumes e sentimentos e cores e rimas e pequenos clicks e lufadas e sabores e rajadas de energia e enigmas e brisas e palavras. E tudo isto girando dentro da tua cabeça, cantando e caleidoscópicando e flutuando e sentando e pensando e coçando a cabeça.
É claro que cada um tem uma imaginação: caso contrário, não conseguiríamos sonhar. Embora a imaginação de cada um não contenha a mesma coisa. Provavelmente dentro da imaginação dos cozinheiros existem maioritariamente sabores, e a imaginação dos artistas deve ser composta por muitas cores e formas. Já a imaginação dos escritores é repleta de palavras.
E para os leitores e ouvintes de histórias, a sua imaginação é também movida por palavras. A imaginação do escritor trabalha e gira e forma ideias e sons e vozes e personagens e acontecimentos numa história, e a história é feita de somente palavras, batalhões de rabiscos que marcham através das páginas. De seguida, vem um leitor e os rabiscos ganham vida. Eles permanecem na página, ainda parecem batalhões, mas também estão a brincar com a imaginação do leitor, e o leitor está agora a moldar e a girar as palavras de modo que a história decorre agora dentro de sua cabeça, como já aconteceu na cabeça do escritor.
É por isso que o leitor é tão importante para a história como o escritor. Existe apenas um escritor para cada história, mas existem centenas, ou milhares ou até mesmo milhões de leitores, não só na língua do escritor, mas também traduzido em muitas línguas. Sem o escritor a história nunca teria nascido; mas sem as centenas de leitores à volta do mundo, a história nunca teria vivido todas as vidas que podia viver.
Cada leitor de uma história tem algo em comum com todos os outros leitores dessa história. Separadamente e de alguma forma também juntos, eles recriaram a história do escritor na sua própria imaginação: um ato que é ao mesmo tempo privado e público, individual e comunitário, íntimo e internacional. Pode muito bem ser o que os humanos fazem de melhor.
Continuem a ler!”
Siobhán Parkinson
Autor, Editor, Tradutor e detentor da posição de “Laureate na nÓg” (Children’s Laureate of Ireland).
segunda-feira, 17 de março de 2014
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