sábado, 18 de janeiro de 2014

Autor do Mês de Dezembro

Vergílio Alberto Vieira foi o autor escolhido no mês de dezembro.

Projeto de Animação da leitura

A partir da leitura da obra de Ana Saldanha "Ninguém dá prendas ao Pai Natal", os alunos do 1º CEB do Agrupamento continuaram a história com novas personagens.

Desafio da Biblioteca Escolar - Escreve uma Carta ao Pai Natal

Os alunos do Agrupamento de Escolas de Miranda do Corvo escreveram cartas ao Pai Natal em português, inglês e francês. Podes consultá-las neste e-book.



Dia do Desassossego

A vida e a obra de José Saramago foram divulgadas no mês de novembro, no âmbito das comemorações do Dia do Desassossego (dia 16).

Personalidade do Mês - 1º período 2013

José Eduardo Agualusa, Ondjaki e Malala foram as personalidades escolhidas para o 1º período de 2013/14.

MIBE - Mês Internacional das Bibliotecas Escolares

No mês de outubro, Mês Internacional das Bibliotecas Escolares, os alunos do 1º ano do Centro Educativo e da EBI/JI Ferrer Correia, bem como os alunos do 5º ano do Agrupamento, tiveram oportunidade de conhecer a organização das bibliotecas.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Visita guiada à Casa das Artes e Eliminatória do Campeonato “Quinto Império” da Rede de Castelos e Muralhas do Mondego


 

Concerto na Casa das Artes


Apresentação do livro "Morte Assistida"


A Biblioteca Escolar Manuel Alegre apoiou, com uma minifeira do livro, apresentação do livro “Morte assistida: Temos o direito de escolher a forma como morremos?” de Lucília Galha, que decorreu no passado dia 8 no auditório da Escola E.B. 2.3 C/ Secundário José Falcão.  A atividade foi organizada pelo grupo disciplinar de filosofia e do Grupo Leya, e contou com o apoio do grupo disciplinar de biologia, tendo sido dirigida aos alunos do nível secundário.

Segundo a autora, jornalista da Revista Sábado, este livro surgiu no decurso de um trabalho que realizava sobre o tema em maio de 2010 e, tendo conhecido a história da “Maria”, a primeira portuguesa que recorreu à Suíça, à associação “Dignitas”, para conseguir pôr termo ao sofrimento de um cancro em estado terminal, de uma forma digna, como ela dizia para o seu médico, “se eu não ficar curada quero morrer e não desparecer aos bocados”, em Portugal não existe esta opção e qualquer ajuda ou incitamento ao suicídio é penalizado com pena de prisão até três anos.

A obra conta com o depoimento dos dois amigos de Maria, que a acompanharam em todo este processo e estiveram com ela até ao último momento em que ingeriu, por sua mão, como é de lei segundo a legislação suíça, o barbital de sódio, substância que lhe traria a morte, e ainda com outros testemunhos de doentes em fases terminais de várias doenças, sobretudo do foro oncológico.

O que estes pacientes pretendem é morrer tranquilamente, acompanhados pelos seus familiares e poderem escolher a forma como morrem. De acordo com as palavras da autora, um dos objetivos primordiais deste livro é suscitar a discussão em torno “deste último tabu da sociedade ocidental”. Atualmente, sessenta por cento das pessoas morrem sozinhos numa cama, de um qualquer hospital, e a morte tornou-se assim, para todos os que ficam, algo distante que não se vela nem se presencia, morre-se cada vez mais tarde, mas não necessariamente melhor porque a “obstinação terapêutica” prolonga por vezes a vida para além do que é razoável. Coloca-se ainda o problema da dor inerente a estas doenças a qual, segundo os especialistas, pode ser atenuada em 95% dos casos com a tecnologia médica, mas nos restantes 5% ainda não é possível, e não se fala apenas da dor física, mas da dor moral e existencial.

Desde agosto de 2012 que o “testamento vital” foi legalizado em Portugal e qualquer pessoa pode declarar que cuidados de saúde não pretende que lhe sejam ministrados em caso de doença grave ou acidente, como o suporte de funções vitais, e ainda nomear um procurador que a representará e terá conhecimento da sua vontade.

Nas palavras da autora, é premente suscitar o debate em torno da eutanásia e do suicídio assistido em Portugal, já que somos dos poucos países europeus onde não existe uma associação “right-to -die” e esta questão parece manifestamente proibida, com pessoas a recearem assumir a sua posição, o que tornou, aliás, a realização desta obra bastante difícil, porque muito poucos ousam dar a cara por esta causa, salvaguardando a coragem e perseverança da Doutora Laura Ferreira dos Santos que tem sido das suas únicas defensoras.

Para que não tenhamos de ir morrer longe do país onde nascemos e de todos aqueles que amamos, e possamos fazê-lo com dignidade e liberdade de opção urge  quebrar o último tabu.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Ciclo de Cinema em Miranda do Corvo

Ciclo de cinema sobre saúde mental em Miranda do Corvo 
“Uma mente brilhante” será o próximo filme

“Uma mente brilhante” (2001) de Ron Howard, com Russel Crowe no papel de um atormentado cientista esquizofrénico que acaba por ganhar o Prémio Nobel, será o próximo filme deste ciclo, dia 6 de Dezembro, pelas 18h00, com entrada gratuita.
Antes da exibição do filme haverá uma ação de formação para colaboradores da Fundação ADFP com apresentação de áreas de formação profissional, emprego protegido e atividades ocupacionais para pessoas com deficiência ou doença mental. Esta apresentação, antes da exibição do filme, a cargo da área de coordenação liderada por Fernando Marques terá inicio pelas 16 h 30m estando aberta a participação de todos os interessados. 


segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Milu Loureiro apresentou o livro "EL -Rei Comilão"

No passado dia 16 de novembro, na Casa da Cultura, em Coimbra, Milu Loureiro apresentou o seu terceiro livro, EL-Rei Comilão, desta vez sob a chancela da Palimage.

Edições cá da casa

As edições cá da casa p ara (re)ler nas férias.  Mas há mais livros giríssimos à vossa espera, procurem nas bibliotecas. Boas leituras!     ...